terça-feira, 29 de novembro de 2011

Policiais civis entram em greve e se juntam aos PMs e bombeiros na AL

JORNAL PEQUENO


POR VALQUÍRIA FERREIRA

Os investigadores da Polícia Civil decidiram entrar em greve na noite de ontem (28), em uma assembleia geral, realizada com cerca de 200 policiais, em frente ao Plantão Central da Beira-Mar. A categoria tomou a decisão, de forma unânime, em iniciar o movimento grevista e juntar forças com os policiais militares e bombeiros que estão em greve desde a última quarta-feira (23).
Após a assembleia, os investigadores seguiram em uma carreata para o prédio da Assembleia Legislativa, no Bairro do Cohafuma.
Foto: Alessandro Silva
Policiais civis decidiram paralisar suas atividades por tempo indeterminado
Para Amon Jessen, presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Maranhão (Sinpol), esse é um momento histórico para a categoria se unir com a Polícia Militar para lutar por suas bandeiras e conquistar melhorias para o sistema de segurança do Estado. “É um momento de luta. Vamos ter que avançar para conseguir nossos objetivos”.
Os policiais civis reivindicam a modificação do Plano de Cargos Carreira e Remuneração (PCCR), pagamento da Unidade Real de Valor (URV) da mesma forma que foi concedida aos delegados da Polícia Civil, em torno de 11%; e por melhores condições de trabalho. A pauta é a mesma da última greve, mas que não teriam sido atendidas pelo governo. “O estado está em greve. Não existe segurança pública no Maranhão. Para a segurança do povo a polícia foi treinada, e não o Exército”, disse Marcelo Tadeu Penha, diretor de Comunicação do Sinpol.
A categoria segue em greve por tempo indeterminado, ou até, que seja apresentada uma alternativa que contemple ou agrade a toda a categoria. De acordo com o Sinpol, no Maranhão existem cerca de 2.150 policiais civis.

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