domingo, 5 de dezembro de 2010
Claudia Leitte refresca o público no Carnatal
CLAUDINHA LEITE deu um banho de água fria em seu público do Carnatal, literalmente. A cantora, que se apresentou neste sábado, 4, na micareta potiguar, usou um cilindro para refrescar os fãs de cima de seu trio.
Assim como Ivete Sangalo, Claudinha também foi homenageada durante sua apresentação. e recebeu o prêmio de melhor cantora de uma emissora local, a SIMTV.
sábado, 4 de dezembro de 2010
IMAGENS DESTE SÁBADO, 04 DE DEZEMBRO DE 2010, PELO MUNDO
Avião ajuda a controlar o fogo que atinge a floresta do monte do Carmelo, no norte de Israel
Passageiros que tiveram seus voos cancelados aguardam no aeroporto de Bajaras, em Madri
Presidente francês, Nicolas Sarkozy, e a primeira-dama, Carla Bruni, visitam a Organização de Pesquisa Espacial Indiana, em Bangalore
Vulcão Tungurahua, localizado na região de Cotalo, no Equador, expele cinzas e lava; vulcão está em atividade desde 1999
Ativistas do grupo "Fur Torture" protestam vestidos de Papai Noel contra o uso de pele animal, em Nice (frança)
Águia prepara-se para pousar em braço de caçador durante competição anual de caça, em Chengelsy Gorge, no Cazaquistão
Roberto Carlos treina cobrança de falta durante treino do Corinthians, em São Paulo; time enfrenta o Goiás amanhã (5) na última rodada do Campeonato Brasileiro
Presidente Lula e o ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, participam da primeira sessão da 20º Cúpula Ibero-Americana de chefes de Estado e de governo, em Mar del Plata, na Argentina
Cerca de mil pessoas formam o número 2030 antes da marcha que pedirá a redução de carbono zero em 20 anos, em Londres
Avião de passageiros Tupolev-154 faz pouso de emergência no aeroporto de Moscou, na Rússia; duas pessoas morreram e dezenas ficaram feridas
Laurent Gbagbo acena durante cerimônia de sua posse como presidente da Costa do Marfim, em Abidjan
Indiana Nicole Faria acena após ser coroada Miss Mundo 2010, em Nha Trang, no Vietnã
Pessoas observam obra da 29ª Bienal de São Paulo; mostra termina no próximo dia 12
Inauguração da Árvore de Natal da Lagoa Rodrigo de Freitas no Rio de Janeiro
Fotofrafada por turistas a árvore na Lagoa, RJ
Ivete Sangalo no Carnatal
Ivete Sangalo no Carnatal
Imagem do Carnatal com Trio e Ivete Sangalo
Em Tirana, capital da Albânia, a população usa barcos para fugir da inundação da cidade
Festival de tauagens em Berlim, capital da Alemanha
Katy Perry canta "Divas Salute The Troops" durante show em San Diego
Passageiros que tiveram seus voos cancelados aguardam no aeroporto de Bajaras, em Madri
Presidente francês, Nicolas Sarkozy, e a primeira-dama, Carla Bruni, visitam a Organização de Pesquisa Espacial Indiana, em Bangalore
Vulcão Tungurahua, localizado na região de Cotalo, no Equador, expele cinzas e lava; vulcão está em atividade desde 1999
Ativistas do grupo "Fur Torture" protestam vestidos de Papai Noel contra o uso de pele animal, em Nice (frança)
Águia prepara-se para pousar em braço de caçador durante competição anual de caça, em Chengelsy Gorge, no Cazaquistão
Roberto Carlos treina cobrança de falta durante treino do Corinthians, em São Paulo; time enfrenta o Goiás amanhã (5) na última rodada do Campeonato Brasileiro
Presidente Lula e o ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, participam da primeira sessão da 20º Cúpula Ibero-Americana de chefes de Estado e de governo, em Mar del Plata, na Argentina
Cerca de mil pessoas formam o número 2030 antes da marcha que pedirá a redução de carbono zero em 20 anos, em Londres
Avião de passageiros Tupolev-154 faz pouso de emergência no aeroporto de Moscou, na Rússia; duas pessoas morreram e dezenas ficaram feridas
Laurent Gbagbo acena durante cerimônia de sua posse como presidente da Costa do Marfim, em Abidjan
Indiana Nicole Faria acena após ser coroada Miss Mundo 2010, em Nha Trang, no Vietnã
Pessoas observam obra da 29ª Bienal de São Paulo; mostra termina no próximo dia 12
Inauguração da Árvore de Natal da Lagoa Rodrigo de Freitas no Rio de Janeiro
Fotofrafada por turistas a árvore na Lagoa, RJ
Ivete Sangalo no Carnatal
Ivete Sangalo no Carnatal
Imagem do Carnatal com Trio e Ivete Sangalo
Em Tirana, capital da Albânia, a população usa barcos para fugir da inundação da cidade
Festival de tauagens em Berlim, capital da Alemanha
Katy Perry canta "Divas Salute The Troops" durante show em San Diego
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
DILMA ANUNCIA PALOCCI NA CASA CIVIL E MAIS DOIS MINISTROS PARA A SUA EQUIPE
Do G1
equipe de transição da presidente eleita Dilma Rousseff informou oficialmente por meio de nota nesta sexta-feira (3) os nomes de mais três integrantes do futuro ministério.
Foram anunciados o deputado federal Antonio Palocci (PT-SP) para a Casa Civil; Gilberto Carvalho, para a Secretaria Geral da Presidência; e o deputado federal José Eduardo Cardozo (PT-SP) para o Ministério da Justiça.
"Nota à imprensa
A presidenta eleita da República, Dilma Rousseff, convidou o deputado Antonio Palocci para ocupar a chefia da Casa Civil do futuro governo e o atual chefe de gabinete da Presidência, Gilberto Carvalho, para ser o titular da Secretaria Geral da Presidência. O deputado José Eduardo Cardozo, também convidado, assumirá o Ministério da Justiça.
A presidenta eleita orientou os futuros ministros a trabalhar de forma integrada com os demais setores do governo para dar cumprimento a seu programa de desenvolvimento, com distribuição de renda e garantia de estabilidade econômica.
Assessoria de imprensa da presidenta eleita Dilma Rousseff."
(Reprodução)
equipe de transição da presidente eleita Dilma Rousseff informou oficialmente por meio de nota nesta sexta-feira (3) os nomes de mais três integrantes do futuro ministério.
Foram anunciados o deputado federal Antonio Palocci (PT-SP) para a Casa Civil; Gilberto Carvalho, para a Secretaria Geral da Presidência; e o deputado federal José Eduardo Cardozo (PT-SP) para o Ministério da Justiça.
Da esq. para a dir., Antonio Palocci, José Eduardo Cardozo e Gilberto Carvalho (Fotos: Agência Brasil)
Leia abaixo a íntegra da nota:"Nota à imprensa
A presidenta eleita da República, Dilma Rousseff, convidou o deputado Antonio Palocci para ocupar a chefia da Casa Civil do futuro governo e o atual chefe de gabinete da Presidência, Gilberto Carvalho, para ser o titular da Secretaria Geral da Presidência. O deputado José Eduardo Cardozo, também convidado, assumirá o Ministério da Justiça.
A presidenta eleita orientou os futuros ministros a trabalhar de forma integrada com os demais setores do governo para dar cumprimento a seu programa de desenvolvimento, com distribuição de renda e garantia de estabilidade econômica.
Assessoria de imprensa da presidenta eleita Dilma Rousseff."
Além dos três ministros divulgados nesta sexta, já foram anunciados oficialmente os ministros Guido Mantega (Fazenda), Miriam Belchior (Planejamento) e Alexandre Tombini (Banco Central).
Havia a expectativa de que a equipe de transição de Dilma anunciasse nesta sexta outros nomes para o novo governo, mas a indefinição com partidos aliados, como o PMDB, fez com que a divulgação de mais integrantes da equipe ministerial fosse adiada para a próxima semana.Nesta quinta, o senador e ex-ministro Hélio Costa (PMDB-MG) afirmou pelo Twitter que o partido já tinha acertado com Dilma a indicação de dois ministros: Edison Lobão, para as Minas e Energia, e Wagner Rossi, para a Agricultura. Não houve confirmação da informação pelas assessorias de Lobão e Rossi nem pela equipe de transição de governo.
IMAGENS DESTA SEXTA FEIRA, 03 DE DEZEMBRO, PELO MUNDO
Cosplayers vestem trajes de seus personagem prediletos em Hefei, na China.
Avião combate focos de incêndios em área florestal da cidade de Tirat Hacarmel, norte de Israel.
Homem navega pela alagada Praça São Marcos, em Veneza; a água subiu 1,36 m graças à maré e às fortes chuvas.
As chuvas fortes que atingem a Itália nos últimos dias provocaram danos e são culpadas pelos recentes desmoronamentos de construções antigas em Pompeia. (Foto: AP)
Foto divulgada pelo Ministério do Ambiente do Egito mostra um de dois tubarões suspeitos de ter atacado quatro mergulhadores -três russos e um ucraniano- no balneário de Sharm el-Sheikh, no Mar Vermelho, nas últimas 48 horas. O ataque é incomum, segundo um especialista, e poderia ter ocorrido porque os animais ficaram 'enlouquecidos' depois que um navio derrubou carneiros mortos no mar. Os turistas foram levados a hospital do Cairo para tratamento, e os corpos dos tubarões serão analisados e depois embalsamados. Uma parte da praia continuava fechada por precaução. (Foto: AFP)
Formiga foi vista caminhando em uma cobra-cipó. (Foto: Yuri Cortez/AFP)
Avião combate focos de incêndios em área florestal da cidade de Tirat Hacarmel, norte de Israel.
Homem navega pela alagada Praça São Marcos, em Veneza; a água subiu 1,36 m graças à maré e às fortes chuvas.
As chuvas fortes que atingem a Itália nos últimos dias provocaram danos e são culpadas pelos recentes desmoronamentos de construções antigas em Pompeia. (Foto: AP)
Foto divulgada pelo Ministério do Ambiente do Egito mostra um de dois tubarões suspeitos de ter atacado quatro mergulhadores -três russos e um ucraniano- no balneário de Sharm el-Sheikh, no Mar Vermelho, nas últimas 48 horas. O ataque é incomum, segundo um especialista, e poderia ter ocorrido porque os animais ficaram 'enlouquecidos' depois que um navio derrubou carneiros mortos no mar. Os turistas foram levados a hospital do Cairo para tratamento, e os corpos dos tubarões serão analisados e depois embalsamados. Uma parte da praia continuava fechada por precaução. (Foto: AFP)
Formiga foi vista caminhando em uma cobra-cipó. (Foto: Yuri Cortez/AFP)
O povo sou eu
Editorial (O Estado de São Paulo)
O mesmo presidente Lula que aconselhou um repórter deste jornal a fazer psicanálise para se tratar da “doença do preconceito”, revelou ter dito de si certa vez algo que deveria levá-lo ao divã do terapeuta mais próximo. Não fosse a inconfidência, a sua grosseria com o jornalista Leonencio Nossa, baseado no Palácio do Planalto, mereceria ser largada no aterro onde se amontoam os incontáveis rompantes, bravatas e despautérios do mais prolixo dos governantes brasileiros. Mas o encadeamento das coisas obriga a revolver as palavras do presidente, em consideração ao interesse público.
As cenas constrangedoras se passaram quando Lula visitava as obras da hidrelétrica de Estreito, no Maranhão, para o fechamento simbólico da primeira das 14 comportas da usina. Perguntado pelo repórter do Estado se a visita era uma forma de agradecer o apoio da oligarquia Sarney ao seu governo, ele perdeu as estribeiras. Embora o presidente do Senado seja o patriarca do clã que sabidamente controla a vida política maranhense há cerca de meio século e embora seja também notória a sua sintonia com os interesses do lulismo – e vice-versa -, Lula reagiu com indisfarçada hostilidade.
A pergunta “preconceituosa”, investiu, demonstraria que o jornalista não teria aprendido que o Senado é uma instituição autônoma e que, ao se eleger e tomar posse, todo político “passa a ser uma instituição”. “Sarney não é meu presidente”, emendou. “É o presidente do Senado deste país.” Lula domina com maestria o tipo de mentira que consiste em omitir uma parte, a mais importante, da verdade. No caso, o pacto de mútua conveniência entre ambos – que se sobrepõe ao caráter institucional das relações entre dois chefes de Poderes.
Que o diga o PT do Maranhão, obrigado este ano a desistir da candidatura própria no Estado em favor da reeleição da governadora Roseana Sarney. Foi ao pai que Lula se dirigiu em dada ocasião para transmitir uma ameaça ao Congresso. Segundo a história que o presidente contou na sua fala de improviso em Estreito, no decorrer da crise do mensalão, em 2005, pediu que Sarney advertisse os parlamentares da oposição de que, “se tentassem dar um passo além da institucionalidade, não sabem o que vai acontecer”. Porque “não é o Lula que está na Presidência, mas a classe trabalhadora”
Ou, mais precisamente, porque ele é “a encarnação do povo”. Não há o mais remoto motivo para duvidar de que isso é o que ele enxerga quando se olha ao espelho. Luiz XIV teria dito que “o Estado sou eu”. Era, de toda sorte, uma constatação política – e a mais concisa definição que se conhece do termo autocracia. Mas nem o Rei Sol, que via a sua onipotência iluminando a França, tinha a pretensão de encarnar os seus súditos. Não ousaria dizer “o povo sou eu”. Em psiquiatria há diversas denominações para o que em linguagem leiga se chama mania de grandeza.
Lula disse ainda que de início tinha medo do que lhe poderia acontecer à luz de um passado que incluía o suicídio de Vargas, a tentativa de impedir a posse de Juscelino, a deposição de Jango, a renúncia de Jânio e o impeachment de Collor. A julgar por sua versão, o migrante que passou fome e privações e refez a vida sem renegar as suas origens seria um candidato natural a engrossar a lista dos governantes brasileiros apeados do poder de uma forma ou de outra, no que seria uma interminável conspiração dos descontentes. Mas “eles”, teria dito naquela conversa com Sarney, “vão saber que eu sou diferente”.
O que espanta, além da teoria encarnatória, são as circunstâncias que levaram Lula a invocar alguns dos momentos mais turbulentos da história nacional. Em 2005, a oposição não conspirava para “dar um passo além da institucionalidade” nem o País estava convulsionado por um confronto ideológico que se resolveria pela força. Os brasileiros, isso sim, estavam aturdidos com as evidências de que o lulismo usava dinheiro que transitava pelos desvãos da política e do governo para comprar votos na Câmara dos Deputados – o mensalão. Lula não estava nem um pouco preocupado com as instituições. Queria dar dimensão histórica ao que não passava de um caso de polícia. Encarnou uma mistificação.
O mesmo presidente Lula que aconselhou um repórter deste jornal a fazer psicanálise para se tratar da “doença do preconceito”, revelou ter dito de si certa vez algo que deveria levá-lo ao divã do terapeuta mais próximo. Não fosse a inconfidência, a sua grosseria com o jornalista Leonencio Nossa, baseado no Palácio do Planalto, mereceria ser largada no aterro onde se amontoam os incontáveis rompantes, bravatas e despautérios do mais prolixo dos governantes brasileiros. Mas o encadeamento das coisas obriga a revolver as palavras do presidente, em consideração ao interesse público.
As cenas constrangedoras se passaram quando Lula visitava as obras da hidrelétrica de Estreito, no Maranhão, para o fechamento simbólico da primeira das 14 comportas da usina. Perguntado pelo repórter do Estado se a visita era uma forma de agradecer o apoio da oligarquia Sarney ao seu governo, ele perdeu as estribeiras. Embora o presidente do Senado seja o patriarca do clã que sabidamente controla a vida política maranhense há cerca de meio século e embora seja também notória a sua sintonia com os interesses do lulismo – e vice-versa -, Lula reagiu com indisfarçada hostilidade.
A pergunta “preconceituosa”, investiu, demonstraria que o jornalista não teria aprendido que o Senado é uma instituição autônoma e que, ao se eleger e tomar posse, todo político “passa a ser uma instituição”. “Sarney não é meu presidente”, emendou. “É o presidente do Senado deste país.” Lula domina com maestria o tipo de mentira que consiste em omitir uma parte, a mais importante, da verdade. No caso, o pacto de mútua conveniência entre ambos – que se sobrepõe ao caráter institucional das relações entre dois chefes de Poderes.
Que o diga o PT do Maranhão, obrigado este ano a desistir da candidatura própria no Estado em favor da reeleição da governadora Roseana Sarney. Foi ao pai que Lula se dirigiu em dada ocasião para transmitir uma ameaça ao Congresso. Segundo a história que o presidente contou na sua fala de improviso em Estreito, no decorrer da crise do mensalão, em 2005, pediu que Sarney advertisse os parlamentares da oposição de que, “se tentassem dar um passo além da institucionalidade, não sabem o que vai acontecer”. Porque “não é o Lula que está na Presidência, mas a classe trabalhadora”
Ou, mais precisamente, porque ele é “a encarnação do povo”. Não há o mais remoto motivo para duvidar de que isso é o que ele enxerga quando se olha ao espelho. Luiz XIV teria dito que “o Estado sou eu”. Era, de toda sorte, uma constatação política – e a mais concisa definição que se conhece do termo autocracia. Mas nem o Rei Sol, que via a sua onipotência iluminando a França, tinha a pretensão de encarnar os seus súditos. Não ousaria dizer “o povo sou eu”. Em psiquiatria há diversas denominações para o que em linguagem leiga se chama mania de grandeza.
Lula disse ainda que de início tinha medo do que lhe poderia acontecer à luz de um passado que incluía o suicídio de Vargas, a tentativa de impedir a posse de Juscelino, a deposição de Jango, a renúncia de Jânio e o impeachment de Collor. A julgar por sua versão, o migrante que passou fome e privações e refez a vida sem renegar as suas origens seria um candidato natural a engrossar a lista dos governantes brasileiros apeados do poder de uma forma ou de outra, no que seria uma interminável conspiração dos descontentes. Mas “eles”, teria dito naquela conversa com Sarney, “vão saber que eu sou diferente”.
O que espanta, além da teoria encarnatória, são as circunstâncias que levaram Lula a invocar alguns dos momentos mais turbulentos da história nacional. Em 2005, a oposição não conspirava para “dar um passo além da institucionalidade” nem o País estava convulsionado por um confronto ideológico que se resolveria pela força. Os brasileiros, isso sim, estavam aturdidos com as evidências de que o lulismo usava dinheiro que transitava pelos desvãos da política e do governo para comprar votos na Câmara dos Deputados – o mensalão. Lula não estava nem um pouco preocupado com as instituições. Queria dar dimensão histórica ao que não passava de um caso de polícia. Encarnou uma mistificação.
VEREADOR DENUNCIA CORRUPÇÃO EM GOV. NEWTON BELLO
Do blog do Cardoso
O vereador Epitácio Coelho de Sousa deu entrada na Controladoria Geral da União a uma série de denúncias de desvios de recursos e improbidade administrativa na prefeitura de Newton Bello.
De acordo com o denunciante, a prefeita Leula Brandão apresentou na prestação de contas reformas e outras obras não realizadas, além de apresentar nota fiscal de aquisição de 115 mil canetas.
Leula Brandão, conforme o vereador aluga para o município máquinas (tratores) do seu marido, o ex-prefeito Douglas Brandão, e apresenta notas fiscais como se fosse de uma empresa com residência em Paço do Lumiar.
Ele conta que no dia 25 de maio deste ano deu entrada junto ao Ministério Público de Zé Doca, com farta documentação, a uma solicitação para que suas denúncias sejam apuradas.
Lamentavelmente o promotor da cidade ainda permanece calado e passa a maior parte do tempo fora da cidade. Outra coisa que deixou o vereador intrigado foi o fato de ter denunciado a prefeita ao CGU e o órgão federal remeteu para a prefeitura as denúncias. “Agora estou correndo risco de vida”, avisa o vereador.
O vereador Epitácio Coelho de Sousa deu entrada na Controladoria Geral da União a uma série de denúncias de desvios de recursos e improbidade administrativa na prefeitura de Newton Bello.
De acordo com o denunciante, a prefeita Leula Brandão apresentou na prestação de contas reformas e outras obras não realizadas, além de apresentar nota fiscal de aquisição de 115 mil canetas.
Leula Brandão, conforme o vereador aluga para o município máquinas (tratores) do seu marido, o ex-prefeito Douglas Brandão, e apresenta notas fiscais como se fosse de uma empresa com residência em Paço do Lumiar.
Ele conta que no dia 25 de maio deste ano deu entrada junto ao Ministério Público de Zé Doca, com farta documentação, a uma solicitação para que suas denúncias sejam apuradas.
Lamentavelmente o promotor da cidade ainda permanece calado e passa a maior parte do tempo fora da cidade. Outra coisa que deixou o vereador intrigado foi o fato de ter denunciado a prefeita ao CGU e o órgão federal remeteu para a prefeitura as denúncias. “Agora estou correndo risco de vida”, avisa o vereador.
Luiz Gonzaga recebe cidadania maranhense in memoriam
Agência Assembleia
Assembleia Legislativa concedeu, na tarde desta quinta-feira (2), o título de cidadão maranhense in memoriam ao pernambucano de Exu, Luiz Gonzaga do Nascimento, o Rei do Baião. Luiz Gonzaga morreu em 1989, mas o projeto de resolução que outorga o título é de 1983. O autor é o deputado Ricardo Murad (PMDB), que não pôde comparecer à sessão solene.
De acordo com o deputado Joaquim Haickel (PMDB), que fez o discurso de homenagem, o título não foi entregue antes por falta de oportunidade. Ainda segundo Haickel, esta foi a primeira vez em toda a história do Legislativo Maranhense, que um título in memoriam foi concedido pela Casa.
“Isso se deve ao fato de ser o homenageado quem é. O Maranhão precisa incluir no Pantheon de seus filhos o brasileiro que mais representou a nordestinidade. Assim como Catulo da Paixão Cearense, Gonçalves Dias e João do Vale. Tenho maravilhosas lembranças de Luiz Gonzaga, particularmente a de um dia ter lhe apertado a mão”, disse Joaquim.
O título foi recebido pelo sobrinho carioca do Mestre Lua, Joquinha Gonzaga. Ele agradeceu a homenagem e, com um discurso emocionado, relembrou os ensinamentos e a solidariedade do tio famoso com a família que, numa determinada época no Rio de Janeiro, passava por dificuldades financeiras.
“O momento mais feliz era quando tio Gonzaga ia visitar a gente. A maior alegria da minha vida era quando eu via o tio Gonzaga... Eu sabia que naquele dia a gente ia comer bem.... Ele deixava o dinheiro para fazer compras para o mês todo. Eu agradeço muito em nome da nossa família o que vocês estão fazendo aqui no Maranhão”, disse com voz embargada.
Joquinha Gonzaga, que aprendeu a tocar com o tio e o acompanhou por muitos anos, fez um apelo para que em 2012, aconteça em São Luís uma grande festa, nas comemorações do centenário de seu tio.
No final de seu pronunciamento, Joquinha Gonzaga aproveitou para convidar a todos para o tributo a Luiz Gonzaga, que acontecerá amanhã, a partir de meio dia, na Batuque Brasil.
Depois da solenidade, ainda no Plenário, todos os sanfoneiros presentes tocaram a música Asa Branca, um clássico do Rei do Baião.
Assembleia Legislativa concedeu, na tarde desta quinta-feira (2), o título de cidadão maranhense in memoriam ao pernambucano de Exu, Luiz Gonzaga do Nascimento, o Rei do Baião. Luiz Gonzaga morreu em 1989, mas o projeto de resolução que outorga o título é de 1983. O autor é o deputado Ricardo Murad (PMDB), que não pôde comparecer à sessão solene.
De acordo com o deputado Joaquim Haickel (PMDB), que fez o discurso de homenagem, o título não foi entregue antes por falta de oportunidade. Ainda segundo Haickel, esta foi a primeira vez em toda a história do Legislativo Maranhense, que um título in memoriam foi concedido pela Casa.
“Isso se deve ao fato de ser o homenageado quem é. O Maranhão precisa incluir no Pantheon de seus filhos o brasileiro que mais representou a nordestinidade. Assim como Catulo da Paixão Cearense, Gonçalves Dias e João do Vale. Tenho maravilhosas lembranças de Luiz Gonzaga, particularmente a de um dia ter lhe apertado a mão”, disse Joaquim.
O título foi recebido pelo sobrinho carioca do Mestre Lua, Joquinha Gonzaga. Ele agradeceu a homenagem e, com um discurso emocionado, relembrou os ensinamentos e a solidariedade do tio famoso com a família que, numa determinada época no Rio de Janeiro, passava por dificuldades financeiras.
“O momento mais feliz era quando tio Gonzaga ia visitar a gente. A maior alegria da minha vida era quando eu via o tio Gonzaga... Eu sabia que naquele dia a gente ia comer bem.... Ele deixava o dinheiro para fazer compras para o mês todo. Eu agradeço muito em nome da nossa família o que vocês estão fazendo aqui no Maranhão”, disse com voz embargada.
Joquinha Gonzaga, que aprendeu a tocar com o tio e o acompanhou por muitos anos, fez um apelo para que em 2012, aconteça em São Luís uma grande festa, nas comemorações do centenário de seu tio.
No final de seu pronunciamento, Joquinha Gonzaga aproveitou para convidar a todos para o tributo a Luiz Gonzaga, que acontecerá amanhã, a partir de meio dia, na Batuque Brasil.
Depois da solenidade, ainda no Plenário, todos os sanfoneiros presentes tocaram a música Asa Branca, um clássico do Rei do Baião.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Lula diz que usou Sarney para ameaçar oposição
NA CRISE DO ‘MENSALÃO’
“Uma vez o Sarney foi conversar comigo e eu disse: ‘Sarney, eu só quero que o senhor diga lá dentro do Congresso o seguinte: se eles [oposição] tentarem dar um passo além da institucionalidade, eles não sabem o que vai acontecer neste país’”, discursou Lula em Estreito
A um mês de deixar o Planalto, o presidente Lula revelou na terça-feira (30) que, na crise do "mensalão", em 2005, ameaçou o Congresso Nacional dizendo-se "a encarnação do povo". Ele aproveitou um discurso de improviso durante visita ao canteiro de obras da usina hidrelétrica de Estreito, no Maranhão, para relatar encontros privados com o senador José Sarney (PMDB).
"Uma vez o Sarney foi conversar comigo e eu disse: Sarney, eu só quero que o senhor diga lá dentro (Congresso Nacional) o seguinte: Se eles [oposição] tentarem dar um passo além da institucionalidade, eles não sabem o que vai acontecer neste país", relatou.
"Este país teve presidente que foi embora, presidente que se matou ou foi cassado. Eles vão saber que eu sou diferente. Que não é o Lula que está na Presidência, mas a classe trabalhadora".
Lula confidenciou que tinha "muita dúvida" se teria condições de governar o país. "Este país já tinha criado as condições para o Getúlio Vargas se matar, não deixar o Juscelino assumir e cassou o João Goulart. Eu falei: o que eles vão aprontar comigo? E eles tentaram em 2005. Só que eles não sabiam que este país, pela primeira vez, tinha eleito um presidente que era a encarnação do povo, lá em Brasília."
No discurso atípico, Lula reconheceu que seus antecessores não tiveram as mesmas condições que ele ao assumir o comando do país. "Eu tenho consciência que outros presidentes não tiveram as mesmas condições que eu. O presidente Sarney pegou o Brasil em época de crise. O Fernando Henrique Cardoso, mesmo se quisesse fazer, não poderia, pois o Brasil estava atolado numa dívida com o FMI. Quando você deve, tem até medo de abrir a porta e o cobrador te pegar", disse Lula.
Obra - O presidente observou que a inauguração da usina de Estreito ficará para o próximo governo. "É a Dilma que virá inaugurar, mas eu tinha que vir para fechar a comporta, pelo menos", disse, lembrando que desmarcou três visitas à obra por causa de problemas nas áreas ambiental e social. Comunidades ribeirinhas denunciam que estão sendo prejudicadas pela construção.
O presidente afirmou que recentemente foi firmado um acordo entre o consórcio Estreito Energia, construtor do projeto, e o movimento de atingidos pelas barragens. Pelo acordo, a empresa se responsabilizará por garantir a realocação das famílias e criar condições para que os pescadores continuem suas atividades.
(O Estado de S Paulo e Redação do JP)
Mont’Alverne Frota é o mais novo cidadão maranhense
Agência Assembléia
Em sessão solene nesta quinta-feira (2), a Assembleia Legislativa concedeu título de Cidadão Maranhense ao advogado, economista e escritor Francisco Marialva Mont'Alverne, em reconhecimento aos honrosos trabalhos por ele desenvolvidos em prol do Maranhão. A solenidade, solicitada pelo deputado Joaquim Haickel (PMDB), foi presidida pelo deputado Marcelo Tavares (PSB).
Em discurso de saudação, Joaquim Haickel descreveu a personalidade do homenageado a partir do seu próprio nome, muito bem definido pelo escritor maranhense Jomar Moraes, “cujo extenso e eufônico nome é um verso alexandrino perfeito, marcado pela cesura que o divide em dois corretos hemistíquios”.
Joaquim Haickel também fez um resgate histórico da vida de Mont’Alverne desde as suas origens em Sobral (CE), passando por sua graduação em Direito na Universidade Federal do Ceará, em 1966, até chegar à sua trajetória no Maranhão, onde já mora há 40 anos, tornando-se cidadão ludovicense em 20 de março de 2002.
“Aqui trabalha, aqui se casou, constituiu família, tornou-se professor universitário, escreveu nos jornais, publicou livros, tornou-se membro efetivo da Academia Maranhense de Letras e agora recebe o honroso título de Cidadão Maranhense outorgado por essa Assembleia Legislativa”, destacou Joaquim.
Joaquim destacou fatos culminantes e exemplares da vida de Mont’Alverne, sendo um deles a doação de 1.100 exemplares dos livros que acumulou durante a sua vida à Biblioteca da Academia da Polícia Militar Gonçalves Dias. Outras peculiaridades da vida de Mont’Alverne também foram lembradas pelo parlamentar, das quais um problema de saúde que o levou a ser submetido a uma cirurgia no pulmão.
“Eis a vida do novo Cidadão Maranhense, dedicada às letras, à organização jurídico-administrativa do Porto do Itaqui e à nobre causa da educação superior em nosso estado. Para mim, é motivo de justo contentamento ter proposto o Projeto de Resolução Legislativa que concede a você o título de Cidadão Maranhense, reconhecendo, assim, a sua dedicação à cultura, ao desenvolvimento econômico e à educação do Maranhão”, afirmou Joaquim Haickel.
Em seus agradecimentos, Monta’Alverne Frota disse estar tomado por uma imensa paz por cumprir mais uma etapa do seu destino, o de ser maranhense. “Sinto que há, como agora, uma perfeita convergência entre a maré montante de meus sonhos e a tessitura dos fios do destino da minha vida. Não há local mais honroso para mim que este anfiteatro, ágora das decisões do povo maranhense”, enfatizou ele.
Mont’Alverne agradeceu ao deputado Joaquim Hackel, seu confrade da Academia Maranhense de Letras, pelo gesto que o deixou orgulhoso, ampliando os agradecimentos a todos os deputados que aprovaram a concessão do Título de Cidadão Maranhense. “Com inabalável devoção ao Maranhão, terra que escolhi porque quis, para amá-la e servi-la, sem dela me servir”.
A sessão solene contou com a presença de várias autoridades, dentre as quais o secretário municipal de Turismo, Liviomar Macatrão Pires, representando o prefeito municipal João Castelo; o reitor da Universidade Federal do Maranhão, Natalino salgado; o promotor de Justiça Márcio Thadeu, o juiz Manoel Aureliano; o desembargador federal Alberto José Tavares Vieira da Silva; os desembargadores Lourival Serejo e Milson Coutinho; o presidente da Academia Maranhense de Letras em exercício, escritor e jornalista Benedito Buzar; o professor Gustavo Costa, vice-reitor da Universidade Estadual do Maranhão, parlamentares familiares e amigos do homenageado.
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